quarta-feira, 27 de julho de 2011

68 anos


Não podia deixar passar o aniversário do Mick: parabéns MicK!! Que vivas durante anos e anos. Adoro-te!!!

Amanhã é o dia

Amanhã a esta hora já aterrou na ilha o meu rapaz e a minha Margot. Incrível como só estamos separados há 5 dias e já estou preta de saudades deles. Não são bem saudades é uma falta estranha, como se de facto me faltasse parte do corpo, um qualquer prolongamento. E pela primeira vez a bichana andará de avião e irá conhecer mais 7 gatos: os que a minha mãe tem em casa. Vai ser bonito!!! E hoje termos na certa outra tarde de sol maravilhosa, isso se o tempo não virar como é tão usual aqui, para que os minutos passem bem rápido para os ter nos meus braços logo, logo. 

Coisas Giras




Descobri neste site, ou melhor, foi este site que me descobriu (e ainda bem porque tem posts bem giros!), esta artista finlandesa que faz desenhos como se fossem fotografias. Adoro! 

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Music


Uma amiga minha postou esta música no facebook e como eu gosto muito dela, da música e da amiga, resolvi colocá-la aqui também...

Bró

O meu irmão vai casar este domingo. Com 37 anos. E estamos todos na expectativa de o ver. A família está muito feliz. E eu estou a tentar estar e ficar o mais bonita que posso para não fazer feio... por isso andei louca na net a ver penteados curtos e optei pelos seguintes:




E agora qual escolho? São todos parecidos e vou amanhã falar com o cabeleireiro para ver o que ele pode fazer, mas estou indecisa... Qual o mais giro.

Silveira

Por fim, ao fim de dois anos, regresso à água fresca e límpida da Silveira. Que prazer! Mergulhei naquela baía com uma sede, uma vontade deste mar. Após 15 minutos na toalha o sol desapareceu e não mais voltou. O meu pai jura que fui eu que o afastei com a minha cor de pessoa que não vê sol à dois anos, mas amanhã e durante as próximas duas semanas, bem se pode acostumar o sol com a minha palidez de cera porque não vou desistir. Regressar a casa é muito bom. Regressar à minha ilha é mesmo, mesmo muito bom. Tenho tirado uma fotos bem giras mas só para o final desta semana as poderei descarregar. Até lá continuarei a matar saudades.

Orgulho

domingo, 24 de julho de 2011

MEC no Público


"Para todos nós que não conhecíamos Amy Winehouse pessoalmente (incluindo os muitos que pensavam que conheciam ou agiam e opinavam como se a conhecessem), a primeira pergunta que devemos fazer, antes ou depois de fazermos considerações condescendentes e sentimentalistas, é: comparando o prazer que cada um de nós deu a Amy Winehouse (a pequena percentagem que comprou a música dela) com o prazer que Amy Winehouse nos deu a todos, quem é que ficou a ganhar? Fomos nós. A música dela ("voz" é pouco) enriqueceu as nossas vidas para sempre ou, na mais mesquinha das gratidões, durante um bom bocadinho das nossas vidas. Resumindo: ela deu-nos muito mais do que recebeu de nós.

Back to Black é (muito mais do que "continua a ser", como quem fala do que vai morrer) um monumento elegante de interpretação pop. Ali estava uma rapariga inglesa e pequenina, de uma família judia, e freudianamente indisfarçada, que sabia cantar como se fosse gente grande.

Amy Winehouse morreu muito nova. Mas deixou-nos - deu-nos - muito mais do que a grande maioria de cantores e cantoras nos deixaram. Foi - era - uma alma que nos escapou e nos escapa. A verdade é que nos deixou muito mais do que nos roubou. Que foi nada.

Mas faz pena. Pobre coitada: não. Pobre gloriosa: sim. O nosso lamento - de não termos recebido mais - é um egoísmo guloso, que nos fica mal. Amy Winehouse valeu a vida e ficou a perder com a vida que nos deu. Obrigados, Amy Winehouse: deste tudo e não custaste nada."


Tanto que esta voz me fazia sentir viva...

R.I.P.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Trolha




Quem é que sabe, quem é?! Três fotos - antes, durante e depois - do quarto de banho aqui da madame. Já estava a pensar fazer isto à um ano, desde que comprei o apartamento, mas nunca tinha tido tempo ou dinheiro ou não sabia bem a cor ou outra coisa qualquer, li todos os livros de "Feng Shui" que encontrei e passei tardes a pesquisar na net sobre as cores. Que totó! Deixei-me de merdas e comprei a primeira tinta que me pareceu fresca e um rolo. Diverti-me imenso, e não, não ficou perfeito e se calhar até um pouco fresco demais, mas quando preparo os meus banhos e me deleito, quase juro que estou num jardim. Abençoada imaginação! 

Harry Potter



Ontem foi o dia de ver o último filme da saga. Gostei tanto e era mesmo o que estava a precisar para desanuviar do excesso de trabalho que me aparareceu caido do céu!!

...

3

sábado, 16 de julho de 2011

Adele - ''Someone Like You''



Estou a ter um daqueles momentos que tinha aos 15 anos em que tinha uma tremenda curiosidade de viver e era arrebatadoramente feliz com o que tinha. Com uma música. A idade é, sem dúvida, um estado de espírito. E eu, nos meus 33, sou aterradoramente feliz.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Segunda-feira



A ver se começo a semana em beleza porque esta madrugada já me deu para ter a pestana aberta às 6:00. Ando tola.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Post Scriptum

"Acho que descobri a política - como amor da cidade e do seu bem - em casa. Nasci numa família com convicções políticas, com sentido do amor e do serviço de Deus e da Pátria. O meu Avô, Eduardo Pinto da Cunha, adolescente, foi combatente monárquico e depois emigrado, com a família, por causa disso. O meu Pai, Luís, era um patriota que adorava a África portuguesa e aí passava as férias a visitar os filiados do LAG. A minha Mãe, Maria José, lia-nos a mim e às minhas irmãs a Mensagem de Pessoa, quando eu tinha sete anos. A minha Tia e madrinha, a Tia Mimi, quando a guerra de África começou, ofereceu-se para acompanhar pelos sítios mais recônditos de Angola, em teco-tecos, os jornalistas estrangeiros. Aprendi, desde cedo, o dever de não ignorar o que via, ouvia e lia.
Aos dezassete anos, no primeiro ano da Faculdade, furei uma greve associativa. Fi-lo mais por rebeldia contra uma ordem imposta arbitrariamente (mesmo que alternativa) que por qualquer outra coisa. Foi por isso que conheci o Jaime e mudámos as nossas vidas, ficando sempre juntos. Fizemos desde então uma família, com os nossos filhos - o Eduardo, a Catarina, a Teresinha - e com os filhos deles. Há quase quarenta anos.
Procurei, procurámos, sempre viver de acordo com os princípios que tinham a ver com valores ditos tradicionais - Deus e a Pátria -, mas também com a justiça e com a solidariedade em que sempre acreditei e acredito. Tenho tentado deles dar testemunho na vida política e no serviço público. Sem transigências, sem abdicações, sem meter no bolso ideias e convicções.
Convicções que partem de uma fé profunda no amor de Cristo, que sempre nos diz - como repetiu João Paulo II - "não tenhais medo". Graças a Deus nunca tive medo. Nem das fugas, nem dos exílios, nem da perseguição, nem da incerteza. Nem da vida, nem na morte. Suportei as rodas baixas da fortuna, partilhei a humilhação da diáspora dos portugueses de África, conheci o exílio no Brasil e em Espanha. Aprendi a levar a pátria na sola dos sapatos.
Como no salmo, o Senhor foi sempre o meu pastor e por isso nada me faltou -mesmo quando faltava tudo.
Regressada a Portugal, concluí o meu curso e iniciei uma actividade profissional em que procurei sempre servir o Estado e a comunidade com lealdade e com coerência.
Gostei de trabalhar no serviço público, quer em funções de aconselhamento ou assessoria quer como responsável de grandes organizações. Procurei fazer o melhor pelas instituições e pelos que nelas trabalhavam, cuidando dos que por elas eram assistidos. Nunca critérios do sectarismo político moveram ou influenciaram os meus juízos na escolha de colaboradores ou na sua avaliação.
Combatendo ideias e políticas que considerei erradas ou nocivas para o bem comum, sempre respeitei, como pessoas, os seus defensores por convicção, os meus adversários.
A política activa, partidária, também foi importante para mim. Vivi--a com racionalidade, mas também com emoção e até com paixão. Tentei subordiná-la a valores e crenças superiores. E seguir regras éticas também nos meios. Fui deputada, líder parlamentar e vereadora por Lisboa pelo CDS-PP, e depois eleita por duas vezes deputada independente nas listas do PSD.
Também aqui servi o melhor que soube e pude. Bati- -me por causas cívicas, umas vitoriosas, outras derrotadas, desde a defesa da unidade do país contra regionalismos centrífugos, até à defesa da vida e dos mais fracos entre os fracos. Foi em nome deles e das causas em que acredito que, além do combate político directo na representação popular, intervim com regularidade na televisão, rádio, jornais, como aqui no DN.
Nas fraquezas e limites da condição humana, tentei travar esse bom combate de que fala o apóstolo Paulo. E guardei a Fé.
Tem sido bom viver estes tempos felizes e difíceis, porque uma vida boa não é uma boa vida. Estou agora num combate mais pessoal, contra um inimigo subtil, silencioso, traiçoeiro. Neste combate conto com a ciência dos homens e com a graça de Deus, Pai de nós todos, para não ter medo. E também com a família e com os amigos. Esperando o pior, mas confiando no melhor.
Seja qual for o desfecho, como o Senhor é meu pastor, nada me faltará"
Maria José Nogueira Pinto

Era apedreja-los em praça pública...

... que a falta de rigor e brio no trabalho é coisa que me deixa para lá de irritada. Ainda mais quando apenas dormi 3 horas: neste caso adquire contornos de catástrofe mundial, de Torre de Babel, de fim do mundo.

Santa Bárbara Luz Divina!!!!

MOMENTO INFANTIL
O senhor João estava todo nu.
Veio um cão e mordeu-lhe o cu.
Oh cão isso não é pão,
É o cu do senhor João.
Lenga lenga dos tempos da escola primária.

Encontrei aqui e fui às lágrimas. Por Deus que me deu um ataque de tosse que ia penicando!

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Uma semana de sonho









Pronto. De ver isto fiquei de orelha murcha. Gosto tanto desta gente. Raios. Quero-os perto de mim. Tanto. TANTO!!! Vou dormir.

Para quando 20 amigos não souberem o que me oferecer...


... ajuntem-se e façam-me feliz!

Margot Fonteyn

Esperta que só ela viaja sempre muito bem instalada no colo do meu querido!!!

A cuscar à janela!!  
Só lhe falta o lenço na cabeça tipo velha da aldeia.

Este recipiente era para a menina ter erva para comer (animal meu tem de ter erva!!!) mas ela prefere usar como espreguiçadeira tal qual madame à beira da piscina!

Tou a ficar choné...

Desde que Portugal virou lixo que ando doida a ler tudo e mais alguma coisa acerca do assunto, de tal maneira que nas últimas noites dormi um total de 8 horas. Hoje estou a modos de matar gente.

Agências de rating...

... vocês que tudo sabem digam-me por favor a chave do Euromilhões.

quarta-feira, 6 de julho de 2011