terça-feira, 21 de agosto de 2012

Esta vida de lontra dá para reparar em cada coisa...

O Continente deve estar a perder clientes ou então endoidaram de vez. A verdade é que em cada intervalo, seja a que horas for, passam, em cada intervalo de 15 a 20 minutos, em todos os canais (até em alguns da Cabo) quatro publicidades. Quatro. Ou é a escrava da Raquel que não tem vida e passa o dia enfiada no continente a resolver os problemas da família (o que só os deve aumentar porque os produtos da marca continente, na sua maioria tem qualidade 0, e os que não tem qualidade ZERO, aniquilam os pequenos produtores nacionais o que os leva a baixar a qualidade do produto para terem escoamento - assim é fácil ó Belmiro); agora é o miúdo que regressa às aulas, e é ver os BOSS AC a venderem-se desta forma, em segundos intermináveis de publicidade dolorosa. Chega-se à conclusão: vendem-se os produtores, vendem-se os artistas e vendem-se os canais de comunicação social. E é ver o Sr. Belarmino à espera de agradecimento por dar muitos empregos. Como se esta alma desse alguma coisa. Há já duas semanas que não ponho os pés no Continente. E espero assim continuar. Eu não estou à venda.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Lição de Vida

A partir de determinada altura da minha vida, e de forma cada vez mais constante, tenho tentado conciliar as minhas palavras com os meus actos. Em resultado disso falo cada vez menos e ajo cada vez mais. Agora que já encontrei algum equilíbrio apliquei esta regra às pessoas com quem me relaciono e tem sido pancadaria basta como farelo. Pronto. Estava só a recordar-me porque ando cheiinha de negras. No coração. 

Vou parar com esta história de "cona" neste blog. É que ontem tive o triplo das visitas e fiquei de boca aberta quando me apercebi que era por causa do título do post com a dita palavra.

sábado, 4 de agosto de 2012

Para matar saudades.

Eh lá que sempre que abro este blog vejo esta imagem e não hesito em exclamar: "Xiça pá temos cona!"...

À parte disso não poderei deixar passar esta notícia que vi no público e que acho uma hipocrisia do mundo moderno: os crimes de honra no mundo ocidental. Foi feita justiça quase 10 anos depois, mas foi feita. Tenho meditado muito nas crianças e nos bebés e nas relações pais-filhos, aliás, agora que penso nisso, desde criança que o faço. Sempre tive a certeza que não era propriedade de ninguém apesar de me dizerem o contrário. Este caso, como todos os casos de violência extrema sobre os filhos são retratos de um tipo de educação que ainda impera no mundo ocidental, apesar de não chegar a este extremo. Acho que muitos pais ainda não perceberam ou aceitaram que os filhos, nascendo deles, são do mundo. E que essa liberdade é a prova do amor maior.