quarta-feira, 20 de julho de 2011
Harry Potter
Ontem foi o dia de ver o último filme da saga. Gostei tanto e era mesmo o que estava a precisar para desanuviar do excesso de trabalho que me aparareceu caido do céu!!
terça-feira, 19 de julho de 2011
segunda-feira, 18 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
Adele - ''Someone Like You''
Estou a ter um daqueles momentos que tinha aos 15 anos em que tinha uma tremenda curiosidade de viver e era arrebatadoramente feliz com o que tinha. Com uma música. A idade é, sem dúvida, um estado de espírito. E eu, nos meus 33, sou aterradoramente feliz.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
terça-feira, 12 de julho de 2011
Népias
Relógio despertou às 7:00... é que nem me passou pela cabeça outra coisa a não ser adiá-lo para as 8:00, virar-me para o outro lado, enroscar-me no gajo e voltar a adormecer profundamente. Que bom!!!
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Segunda-feira
A ver se começo a semana em beleza porque esta madrugada já me deu para ter a pestana aberta às 6:00. Ando tola.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Post Scriptum
"Acho que descobri a política - como amor da cidade e do seu bem - em casa. Nasci numa família com convicções políticas, com sentido do amor e do serviço de Deus e da Pátria. O meu Avô, Eduardo Pinto da Cunha, adolescente, foi combatente monárquico e depois emigrado, com a família, por causa disso. O meu Pai, Luís, era um patriota que adorava a África portuguesa e aí passava as férias a visitar os filiados do LAG. A minha Mãe, Maria José, lia-nos a mim e às minhas irmãs a Mensagem de Pessoa, quando eu tinha sete anos. A minha Tia e madrinha, a Tia Mimi, quando a guerra de África começou, ofereceu-se para acompanhar pelos sítios mais recônditos de Angola, em teco-tecos, os jornalistas estrangeiros. Aprendi, desde cedo, o dever de não ignorar o que via, ouvia e lia.
Aos dezassete anos, no primeiro ano da Faculdade, furei uma greve associativa. Fi-lo mais por rebeldia contra uma ordem imposta arbitrariamente (mesmo que alternativa) que por qualquer outra coisa. Foi por isso que conheci o Jaime e mudámos as nossas vidas, ficando sempre juntos. Fizemos desde então uma família, com os nossos filhos - o Eduardo, a Catarina, a Teresinha - e com os filhos deles. Há quase quarenta anos.
Procurei, procurámos, sempre viver de acordo com os princípios que tinham a ver com valores ditos tradicionais - Deus e a Pátria -, mas também com a justiça e com a solidariedade em que sempre acreditei e acredito. Tenho tentado deles dar testemunho na vida política e no serviço público. Sem transigências, sem abdicações, sem meter no bolso ideias e convicções.
Convicções que partem de uma fé profunda no amor de Cristo, que sempre nos diz - como repetiu João Paulo II - "não tenhais medo". Graças a Deus nunca tive medo. Nem das fugas, nem dos exílios, nem da perseguição, nem da incerteza. Nem da vida, nem na morte. Suportei as rodas baixas da fortuna, partilhei a humilhação da diáspora dos portugueses de África, conheci o exílio no Brasil e em Espanha. Aprendi a levar a pátria na sola dos sapatos.
Como no salmo, o Senhor foi sempre o meu pastor e por isso nada me faltou -mesmo quando faltava tudo.
Regressada a Portugal, concluí o meu curso e iniciei uma actividade profissional em que procurei sempre servir o Estado e a comunidade com lealdade e com coerência.
Gostei de trabalhar no serviço público, quer em funções de aconselhamento ou assessoria quer como responsável de grandes organizações. Procurei fazer o melhor pelas instituições e pelos que nelas trabalhavam, cuidando dos que por elas eram assistidos. Nunca critérios do sectarismo político moveram ou influenciaram os meus juízos na escolha de colaboradores ou na sua avaliação.
Combatendo ideias e políticas que considerei erradas ou nocivas para o bem comum, sempre respeitei, como pessoas, os seus defensores por convicção, os meus adversários.
A política activa, partidária, também foi importante para mim. Vivi--a com racionalidade, mas também com emoção e até com paixão. Tentei subordiná-la a valores e crenças superiores. E seguir regras éticas também nos meios. Fui deputada, líder parlamentar e vereadora por Lisboa pelo CDS-PP, e depois eleita por duas vezes deputada independente nas listas do PSD.
Também aqui servi o melhor que soube e pude. Bati- -me por causas cívicas, umas vitoriosas, outras derrotadas, desde a defesa da unidade do país contra regionalismos centrífugos, até à defesa da vida e dos mais fracos entre os fracos. Foi em nome deles e das causas em que acredito que, além do combate político directo na representação popular, intervim com regularidade na televisão, rádio, jornais, como aqui no DN.
Nas fraquezas e limites da condição humana, tentei travar esse bom combate de que fala o apóstolo Paulo. E guardei a Fé.
Tem sido bom viver estes tempos felizes e difíceis, porque uma vida boa não é uma boa vida. Estou agora num combate mais pessoal, contra um inimigo subtil, silencioso, traiçoeiro. Neste combate conto com a ciência dos homens e com a graça de Deus, Pai de nós todos, para não ter medo. E também com a família e com os amigos. Esperando o pior, mas confiando no melhor.
Seja qual for o desfecho, como o Senhor é meu pastor, nada me faltará"
Maria José Nogueira Pinto
Aos dezassete anos, no primeiro ano da Faculdade, furei uma greve associativa. Fi-lo mais por rebeldia contra uma ordem imposta arbitrariamente (mesmo que alternativa) que por qualquer outra coisa. Foi por isso que conheci o Jaime e mudámos as nossas vidas, ficando sempre juntos. Fizemos desde então uma família, com os nossos filhos - o Eduardo, a Catarina, a Teresinha - e com os filhos deles. Há quase quarenta anos.
Procurei, procurámos, sempre viver de acordo com os princípios que tinham a ver com valores ditos tradicionais - Deus e a Pátria -, mas também com a justiça e com a solidariedade em que sempre acreditei e acredito. Tenho tentado deles dar testemunho na vida política e no serviço público. Sem transigências, sem abdicações, sem meter no bolso ideias e convicções.
Convicções que partem de uma fé profunda no amor de Cristo, que sempre nos diz - como repetiu João Paulo II - "não tenhais medo". Graças a Deus nunca tive medo. Nem das fugas, nem dos exílios, nem da perseguição, nem da incerteza. Nem da vida, nem na morte. Suportei as rodas baixas da fortuna, partilhei a humilhação da diáspora dos portugueses de África, conheci o exílio no Brasil e em Espanha. Aprendi a levar a pátria na sola dos sapatos.
Como no salmo, o Senhor foi sempre o meu pastor e por isso nada me faltou -mesmo quando faltava tudo.
Regressada a Portugal, concluí o meu curso e iniciei uma actividade profissional em que procurei sempre servir o Estado e a comunidade com lealdade e com coerência.
Gostei de trabalhar no serviço público, quer em funções de aconselhamento ou assessoria quer como responsável de grandes organizações. Procurei fazer o melhor pelas instituições e pelos que nelas trabalhavam, cuidando dos que por elas eram assistidos. Nunca critérios do sectarismo político moveram ou influenciaram os meus juízos na escolha de colaboradores ou na sua avaliação.
Combatendo ideias e políticas que considerei erradas ou nocivas para o bem comum, sempre respeitei, como pessoas, os seus defensores por convicção, os meus adversários.
A política activa, partidária, também foi importante para mim. Vivi--a com racionalidade, mas também com emoção e até com paixão. Tentei subordiná-la a valores e crenças superiores. E seguir regras éticas também nos meios. Fui deputada, líder parlamentar e vereadora por Lisboa pelo CDS-PP, e depois eleita por duas vezes deputada independente nas listas do PSD.
Também aqui servi o melhor que soube e pude. Bati- -me por causas cívicas, umas vitoriosas, outras derrotadas, desde a defesa da unidade do país contra regionalismos centrífugos, até à defesa da vida e dos mais fracos entre os fracos. Foi em nome deles e das causas em que acredito que, além do combate político directo na representação popular, intervim com regularidade na televisão, rádio, jornais, como aqui no DN.
Nas fraquezas e limites da condição humana, tentei travar esse bom combate de que fala o apóstolo Paulo. E guardei a Fé.
Tem sido bom viver estes tempos felizes e difíceis, porque uma vida boa não é uma boa vida. Estou agora num combate mais pessoal, contra um inimigo subtil, silencioso, traiçoeiro. Neste combate conto com a ciência dos homens e com a graça de Deus, Pai de nós todos, para não ter medo. E também com a família e com os amigos. Esperando o pior, mas confiando no melhor.
Seja qual for o desfecho, como o Senhor é meu pastor, nada me faltará"
Maria José Nogueira Pinto
Era apedreja-los em praça pública...
... que a falta de rigor e brio no trabalho é coisa que me deixa para lá de irritada. Ainda mais quando apenas dormi 3 horas: neste caso adquire contornos de catástrofe mundial, de Torre de Babel, de fim do mundo.
Santa Bárbara Luz Divina!!!!
MOMENTO INFANTIL
O senhor João estava todo nu.
Veio um cão e mordeu-lhe o cu.
Oh cão isso não é pão,
É o cu do senhor João.
Lenga lenga dos tempos da escola primária.
Encontrei aqui e fui às lágrimas. Por Deus que me deu um ataque de tosse que ia penicando!
O senhor João estava todo nu.
Veio um cão e mordeu-lhe o cu.
Oh cão isso não é pão,
É o cu do senhor João.
Lenga lenga dos tempos da escola primária.
Encontrei aqui e fui às lágrimas. Por Deus que me deu um ataque de tosse que ia penicando!
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Uma semana de sonho
Pronto. De ver isto fiquei de orelha murcha. Gosto tanto desta gente. Raios. Quero-os perto de mim. Tanto. TANTO!!! Vou dormir.
Para quando 20 amigos não souberem o que me oferecer...
Margot Fonteyn
Esperta que só ela viaja sempre muito bem instalada no colo do meu querido!!!
A cuscar à janela!!
Só lhe falta o lenço na cabeça tipo velha da aldeia.
Este recipiente era para a menina ter erva para comer (animal meu tem de ter erva!!!) mas ela prefere usar como espreguiçadeira tal qual madame à beira da piscina!
Tou a ficar choné...
Desde que Portugal virou lixo que ando doida a ler tudo e mais alguma coisa acerca do assunto, de tal maneira que nas últimas noites dormi um total de 8 horas. Hoje estou a modos de matar gente.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Muito bom
"A diferença entre Berlusconi e Strauss-Kahn é a diferença ideológica entre os dois. A direita respeita a propriedade privada e paga. A esquerda quer sempre de borla." Retirado daqui.
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