quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A falta que isto faz...



Decidi hoje oferecer isto a uma pessoa. Porque falta de "TOMATES" é coisa que abunda por ai e começo a não ter paciência para cobardes... Minha gente é começar a oferecer "TRUCKNUTS" a quem não os tem. Venham aqui.

ah pois é...

E agora: Diz-me a verdade ou vai mentir-me nas fuças?

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Manutenção

Hoje fui cortar só as pontas do cabelo. Uma pisca só. Porque quero deixar crescer o cabelo até o ver chegar à cintura. E depois ando de tranças todos os santos dias. E posso fazer montes de penteados. Era apenas para dizer isto. Para me distrair do que vi no outro dia e não me sai da cabeça. Agora ainda não consigo, mas ainda vou rir disto.


quarta-feira, 24 de agosto de 2011

...

Não há volta a dar: o que eu vi, está visto e por muito que ande às voltas não há desculpa. Nenhuma. Nada. Nickes. Népia. A ponta de um corno. Esta verdade vou ter de a digerir. E eu que nada procurava... Esta vida é fodida, minha gente. Fodida.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Deus nos valha...

...que se o que eu vi agora é mesmo o que eu penso salve-se quem puder porque vou partir a louça toda. TODA.

Cobria-os...

... de chapada basta como farelo (pronúncia terceirence) de cada vez que conduzem pela esquerda e vão a pastar. Anormais!!!!

Um adeus português

Nos teus olhos altamente perigosos 
vigora ainda o mais rigoroso amor 
a luz dos ombros pura e a sombra 
duma angústia já purificada


Não tu não podias ficar presa comigo 
à roda em que apodreço 
apodrecemos
a esta pata ensanguentada que vacila 
quase medita
e avança mugindo pelo túnel 
de uma velha dor


Não podias ficar nesta cadeira 
onde passo o dia burocrático 
o dia-a-dia da miséria 
que sobe aos olhos vem às mãos 
aos sorrisos
ao amor mal soletrado 
à estupidez ao desespero sem boca 
ao medo perfilado 
à alegria sonâmbula à vírgula maníaca 
do modo funcionário de viver


Não podias ficar nesta casa comigo
em trânsito mortal até ao dia sórdido 
canino
policial
até ao dia que não vem da promessa 
puríssima da madrugada 
mas da miséria de uma noite gerada 
por um dia igual


Não podias ficar presa comigo
à pequena dor que cada um de nós 
traz docemente pela mão 
a esta pequena dor à portuguesa 
tão mansa quase vegetal


Mas tu não mereces esta cidade não mereces 
esta roda de náusea em que giramos 
até à idiotia
esta pequena morte
e o seu minucioso e porco ritual 
esta nossa razão absurda de ser


Não tu és da cidade aventureira
da cidade onde o amor encontra as suas ruas 
e o cemitério ardente 
da sua morte
tu és da cidade onde vives por um fio 
de puro acaso
onde morres ou vives não de asfixia 
mas às mãos de uma aventura de um comércio puro
sem a moeda falsa do bem e do mal


Nesta curva tão terna e lancinante
que vai ser que já é o teu desaparecimento 
digo-te adeus 
e como um adolescente 
tropeço de ternura 
     por ti 

Domingo, 21 de Agosto, fez 25 anos da morte de Alexandre O'Neill. Este poema fez parte da minha vida numa altura inesquecível. Foi o primeiro poema que li em voz alta na "Ler Devagar" no Bairro Alto corada até à raíz dos cabelos e quase aos soluços... Quem me ouviu diz que eu li bem, mas acho que só estavam a ser simpáticos. Àparte disso, é um poema lindo que eu agora digo em voz alta, sem medo, sem gaguejos e com toda a certeza que este é de facto um adeus português.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

LOUTALLICA

Gosto muito dos "Tallica" e curto bué o Lou e sei que juntos vai dar coisa boa na certa, mas "Loutallica"?! Por favor não podiam ter arranjado outro nome para esta colaboração?

sábado, 20 de agosto de 2011

Can I be Your friend?



Aqui.

YOGA



1/2 maçã com casca
1 fatia de ananás com a altura de dois dedos
1 rodela de 1cm de gengibre
1 talo inteiro de aipo
200 ml de água

Retirado daqui.