quarta-feira, 26 de junho de 2013

domingo, 23 de junho de 2013

Com a idade fui tendo a certeza absoluta que os poetas são feitos de outra fibra. Uma fibra que muitas vezes sucumbe a esta merda de mundo em que vivemos.

Ouço-o a meio da noite. De todas as noites. E lembro-te. E fico de coração a descoberto, húmido e tenro.

Amo-te tanto, meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.

Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.

Vinicius de Moraes
"Soneto do Amor Total"

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Tenho de ser mais desperta.

E aprender de uma vez por todas que de vez em quando em vez de ser prestável devo mandar as pessoal para o caralho. É fácil: "Vai para o caralho!" - digo em voz alta vezes seguidas. Pronto. Agora este vai ser o meu mantra das manhãs.

quinta-feira, 13 de junho de 2013